PSICÓLOGO
Em alguns momentos da vida, é esperado que existam períodos de tristeza, desânimo ou maior retraimento diante de perdas, frustrações, mudanças ou situações difíceis. No entanto, há casos em que esse sofrimento deixa de ser passageiro e passa a ocupar de maneira constante a experiência da pessoa.
A depressão nem sempre aparece apenas como tristeza intensa. Muitas vezes, ela se manifesta como vazio, falta de sentido, esgotamento, dificuldade de se conectar com a própria vida ou sensação de distanciamento em relação a si mesmo e aos outros.
Em alguns casos, tarefas simples tornam-se difíceis. O interesse pelas relações, pelo trabalho, pelos estudos ou pelas atividades cotidianas diminui, enquanto o sofrimento passa a ocupar um espaço cada vez maior.
A depressão pode se apresentar de diferentes formas:
sensação persistente de desânimo;
cansaço constante;
dificuldade de encontrar prazer nas atividades;
isolamento;
alterações no sono;
alterações no apetite;
sensação de vazio;
pensamentos negativos recorrentes;
dificuldade de concentração;
sentimento de culpa ou inadequação;
perda de interesse pela própria vida.
Embora os sintomas sejam reais e produzam sofrimento importante, a depressão nem sempre pode ser compreendida apenas como um conjunto de alterações emocionais. Em muitos casos, ela também se relaciona à maneira como cada pessoa vive suas relações, lida com suas perdas, exigências, expectativas e com a posição que ocupa diante da própria vida.
Há situações em que o sofrimento aparece de forma silenciosa e persistente, mesmo quando, externamente, tudo parece seguir funcionando. Em outras, a pessoa sente que perdeu algo de si mesma, sem conseguir nomear exatamente o que mudou.
Por isso, o trabalho terapêutico não se reduz apenas à tentativa imediata de eliminar os sintomas. Na psicoterapia, busca-se compreender aquilo que o sofrimento pode estar expressando na experiência singular de cada sujeito.
Ao longo do processo, torna-se possível construir um espaço de fala, escuta e elaboração sobre aquilo que se repete, paralisa ou produz sofrimento.
Mais do que oferecer respostas prontas, a psicoterapia propõe um trabalho de compreensão sobre a história, os conflitos e os modos de funcionamento que atravessam cada trajetória de maneira singular.
Buscar psicoterapia pode ser importante quando o sofrimento:
passa a interferir na rotina;
provoca afastamento das relações;
gera sensação frequente de vazio ou esgotamento;
produz dificuldade para sustentar atividades cotidianas;
faz com que a pessoa se sinta sem direção ou sem sentido;
permanece por longos períodos;
afeta o trabalho, os estudos ou os vínculos afetivos.
Em muitos casos, aquilo que aparece como depressão também pode estar relacionado à forma como cada sujeito se posiciona diante das próprias perdas, exigências, relações e impasses da vida.
A psicoterapia oferece um espaço de escuta e elaboração onde aquilo que produz sofrimento pode ser acolhido, compreendido e trabalhado de maneira singular, respeitando o tempo e a experiência de cada pessoa.
Sou psicólogo clínico (CRP 06/166608) com especialização em Psicoterapia Psicanalítica pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), além de aprimoramento clínico em Transtornos Relacionados a Traumas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) e extensão em Prevenção e Posvenção do Suicídio e Luto pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
Essas formações se articulam ao trabalho clínico, sustentando a escuta e a condução dos atendimentos em diferentes situações de sofrimento.
Meu trabalho também se apoia em estudos e pesquisas que desenvolvo em temas como angústia e desejo na psicanálise, a partir da obra de Lacan, além da clínica da ansiedade e depressão.
Atendo adolescentes e adultos presencialmente em meu consultório ou na modalidade online.
Dimas Nascimento
Psicólogo
CRP 06/166608
PSICÓLOGO DIMAS NASCIMENTO | CRP 06/166608
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